A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Violência no trânsito brasileiro: problemas e soluções”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Depois de terminar essa redação, ela pode ser corrigida com desconto pelo site Imaginie. 🙂

Proposta de redação: a violência no trânsito brasileiro

Texto 1

É no fim do ano que o trânsito se torna ainda mais perigoso, no Brasil. O número de acidentes aumenta em todo o país.

A temporada é de festas, mas as estatísticas mostram que alguns milhares de brasileiros não vão ter o que comemorar. É justamente agora, perto do Natal, que os acidentes de trânsito mais aumentam. E as vítimas também.

No Brasil, mais de 3,5 mil pessoas morrem por mês no trânsito. Mas é só chegar dezembro que esse número sobe para quase 3,9 mil. E a situação piora perto dos últimos dias do ano. É quando a média de mortes salta 12% – vai de 116 para 130 por dia.

É muita gente nas estradas, nas ruas, dirigindo um carro, uma moto, ônibus, caminhão ou a pé. Parece que, nessa época, tudo fica mais importante do que as regras de trânsito.

[…]

“O dirigir está associado a escolhas. Você escolhe falar ao celular e dirigir. Você escolhe andar em alta velocidade. Você escolhe beber e dirigir. Você escolhe não usar o cinto”, explica José Aurélio Ramalho, presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária.

E a escolha errada faz enorme diferença. O Observatório de Segurança Viária diz que 90% dos acidentes são relacionados ao comportamento do motorista. E não adianta apenas ter estrada nova e carro seguro.

“Se houver uma falha humana, tanto a rodovia, quanto o veículo, eles estão ali para auxiliar e mitigar a lesão fatal ao ocupante. Se nós não trabalharmos a questão da educação, do comportamento da sociedade, nós vamos continuar a ter taxas elevadas de mortes no trânsito”, afirma José Aurélio Ramalho.

Disponível em Jornal Nacional. Acesso em 06 março

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Texto 2

O caminho era o mesmo todas as sextas-feiras. Guilherme Mariano da Silva já estava acostumado: saía à noite de Boituva, onde fazia faculdade, e dirigia por 121 km até São Paulo. O estudante costumava ser prudente ao volante, mas, aos 20 anos, não levava os riscos tão a sério. Tanto que, dez meses atrás, não se preocupou com o sono que o abatia antes de pegar a estrada. Só queria voltar logo para casa.

“Quando você é jovem, não acredita que pode acontecer com você. Brinca com o que é sério. Não imaginava que o cansaço pudesse me vencer”, recorda.

Guilherme não se lembra bem do que aconteceu, mas deve ter dormido. Invadiu a contramão e capotou o carro várias vezes. O automóvel ficou destruído. Ele não sofreu nenhuma escoriação, mas teve uma lesão na medula que o deixou paraplégico. Hoje faz reabilitação na Rede Lucy Montoro e se movimenta em cadeira de rodas.

O estudante é um dos rostos de uma estatística que evidencia uma verdadeira epidemia de acidentes no Brasil, que tiram vidas, deixam sequelas e consomem bilhões de reais.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o país é o quarto colocado em número de mortes nas Américas, atrás apenas de República Dominicana, Belize e Venezuela.

Disponível em: Folha de São Paulo. Acesso em 06 março

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Texto 3

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de ações para a segurança no trânsito”. O documento foi elaborado com base em estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

[…]

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de ação para a segurança no trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, 5 milhões de vidas até 2020.

Disponível em: Senado. Acesso em 06 março

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Texto 4

Texto 4 do tema de redação sobre violência no trânsito

Disponível em: The City Fix. Acesso em 06 março

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